“Para impedir que eu me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações, foi-me dado um espinho na carne, um mensageiro de Satanás, para me atormentar” (2 Coríntios 12:7). Devido a algumas ambiguidades, parece muito imprudente tirar conclusões dogmáticas sobre certas particularidades desta seção. O que está claro, entretanto, é que o “espinho na carne” (uma dificuldade ou aflição muito intensa ou enfraquecedora) tinha vindo através de um “mensageiro de Satanás” (provavelmente um ataque instigado de maneira demoníaca). A providência divina claramente permitiu isso (gramaticalmente, um, “passivo divino”, indicando Deus como o agente invisível supervisionando todo o processo), para que...

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