Partindo de uma Teologia puritana das alianças, passamos a considerar o fundamento de tal na Pessoa e na obra de Jesus Cristo. Até certo ponto, fomos apresentados a Cristo em nossa consideração sobre Ele como a segunda Pessoa da Trindade e, especificamente, em nosso entendimento da doutrina da geração eterna. Portanto, embora consideremos o Cristo dos primeiros credos, não abordaremos esse tópico vital neste artigo. Primeiro, Cristo como “o Filho eterno de Deus, tornou-se homem[2]” para cumprir o seu papel de Redentor[3]. Deus, que estava determinado a ter um povo para si próprio, só poderia assegurá-lo como tal através da ação “restauradora”, diz William Ames[4], de um mediador entre Deus...

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