ELEIÇÃO INCONDICIONAL

Por John Piper.

Se todos nós somos tão corrompidos que não podemos achegar-nos a Deus sem sermos nascidos de novo pela graça irresistível de Deus, e se esta graça específica foi comprada por Cristo na cruz, então, é claro que a salvação de qualquer um de nós se deve à eleição de Deus. Ele escolheu aqueles para os quais mostraria graça irresistível e para os quais a compraria. A eleição se refere à escolha de Deus quanto aqueles a quem salvaria. É incondicional porque não há nenhuma condição que o homem tenha de satisfazer antes de Deus escolher salvá-lo. O homem está morto em delitos e pecados. Por isso, não há nenhuma condição que ele possa satisfazer antes que Deus escolha salvá-lo de sua morte.

Não estamos dizendo que a salvação final é incondicional. Não é. Por exemplo, temos de satisfazer a condição de fé em Cristo para herdarmos a vida eterna. Mas a fé não é a condição para a eleição. É exatamente o contrário. A eleição é uma condição para a fé. Porque nos escolheu desde a fundação do mundo, Deus comprou a nossa redenção na cruz, nos deu vida espiritual por graça irresistível e nos trouxe à fé.

ELEIÇÃO ANTERIOR À FÉ

Atos 13:48 relata como os gentios responderam à pregação do evangelho em Antioquia da Pisídia. “Os gentios, ouvindo isto, regozijavam-se e glorificavam a palavra do Senhor, e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna”. Observe: o texto não diz que todos os que creram foram escolhidos para serem destinados à vida eterna. Diz que aqueles que foram destinados para a vida eterna (ou seja, aqueles que Deus escolheu) creram. A eleição por parte de Deus precedeu a fé e a tornou possível. Esta é a razão decisiva por que alguns creem e outros não. De modo semelhante, Jesus disse aos judeus: “Vós não credes porque não sois das minhas ovelhas” (João 10:26). Observe novamente: ele não disse: “Vós não sois minhas ovelhas porque não creem”. Quem são as ovelhas é algo que Deus resolve antes de chegarmos a crer. Isto é a base e o elemento que capacita o nosso crer. “Vós não credes porque não sois das minhas ovelhas”. Cremos porque somos as ovelhas eleitas de Deus, e não o contrário (cf. João 8:47; 18:37).

INCONDICIONALIDADE EM ROMANOS 9

Em Romanos 9, Paulo enfatizou a incondicionalidade da eleição. Nos versículos 11 e 12, ele descreveu o princípio que Deus usou na escolha de Jacó e não de Esaú: “E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama), já fora dito a ela (Rebeca): O mais velho será servo do mais moço”. A eleição de Deus é preservada em sua incondicionalidade porque foi realizada antes de sermos nascidos ou de havermos feito qualquer bem ou mal. Sei que alguns intérpretes dizem que Romanos 9 não tem nada a ver com a eleição de indivíduos para seus destinos eternos, mas apenas trata de pessoas em contexto de coletividade, desempenhando seus papéis históricos. Penso que isto é um erro, principalmente porque não se harmoniza com o problema que Paulo estava abordando no capítulo. Você mesmo pode ver isto ao ler os primeiros cinco versículos de Romanos 9. Quando Paulo disse em Romanos 9:6 “E não pensemos que a palavra de Deus haja falhado”, é claro que algo causou a impressão de que as promessas de Deus haviam falhado. O que foi? A resposta é dada nos versículos 2 e 3. Paulo disse: “Tenho grande tristeza e incessante dor no coração; porque eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas, segundo a carne”. A questão mais profunda que Paulo estava tratando não era por que Israel, como nação, tinha este ou aquele papel histórico, e sim que indivíduos em Israel eram anátemas e separados de Cristo. Em outras palavras, destinos eternos individuais estão realmente em jogo. E a natureza do argumento de Paulo confirma isto, porque a primeira coisa que ele disse, para confirmar que a Palavra de Deus não havia falhado, foi: “Nem todos os de Israel são, de fato, israelitas” (Romanos 9:6). Em outras palavras, os indivíduos em Israel que pereciam nunca foram parte do verdadeiro Israel. Em seguida, Paulo mostrou como a eleição incondicional de Deus estava operando em Israel. A incondicionalidade da graça eletiva de Deus é enfatizada novamente em Romanos 9:15, 16: “Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia”.

A própria natureza da misericórdia que necessitamos é uma que desperta e transforma a vontade. Nos capítulos anteriores, concernentes à graça irresistível e à depravação total, vimos que somos incapazes de amar a Deus, confiar em Deus e seguir a Cristo. Nossa única esperança é misericórdia soberana e irresistível. Se isso é verdadeiro, o que Paulo disse nesta passagem faz sentido. Não estamos em condição de merecer misericórdia ou de exigir misericórdia. Se tivermos de receber misericórdia, ela virá da resolução espontânea de Deus. Isso é o que Paulo estava dizendo: “Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia”.

Em Romanos 11:7, Paulo enfatizou outra vez a natureza individual da eleição dentro de Israel: “O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e os mais foram endurecidos”. Portanto, em Romanos 9 a 11 Paulo admitiu que a eleição lida com indivíduos e com destinos eternos, e é incondicional. Há, eu creio, um compromisso pactual divino com o Israel corporativo, mas isso não contradiz nem anula a conotação individual e eterna de Romanos 9. O princípio de incondicionalidade é visto mais claramente em Romanos 9:11. Deus elegeu desta maneira – “Ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse)”.

OUTRA AFIRMAÇÃO PODEROSA DA INCONDICIONALIDADE

Efésios 1:3 – 6 é outra afirmação poderosa da incondicionalidade de nossa eleição e de nossa predestinação para a filiação. Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça.

Alguns intérpretes argumentam que esta eleição antes da fundação do mundo foi apenas uma eleição de Cristo, mas não uma eleição de quais indivíduos estariam realmente em Cristo. Isto equivale a dizer que não há nenhuma eleição incondicional de indivíduos para a salvação. Cristo é apresentado como o escolhido de Deus, e a salvação de indivíduos dependem de sua própria iniciativa, para vencerem sua depravação e serem unidos a Cristo pela fé. Deus não os escolhe, e, por isso, Deus não pode convertê-los eficazmente. Pode apenas iniciar a convicção, mas tem de esperar e ver quem proverá o impulso decisivo para despertar a si mesmo dentre os mortos e escolhê-lo.

Esta interpretação não se harmoniza bem com o versículo 11, o qual diz que fomos “predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade”. Também não se harmoniza com a fraseologia do versículo 4. O significado normal da palavra traduzida por “escolheu”, no versículo 4, é selecionar ou pegar de um grupo (cf. por exemplo, Lucas 6:13; 14:7; João 13:18; 15:16, 19). Portanto, o significado natural do versículo é que Deus escolheu pessoas dentre toda a humanidade, antes da fundação do mundo, por vê-las em relacionamento com Cristo, seu redentor. Esta é a maneira natural de entendermos o versículo. É verdade que toda a eleição se deu em relação a Cristo. Na mente de Deus, Cristo estava crucificado antes mesmo da fundação do mundo (Apocalipse 13:8).

Não haveria eleição de pecadores para a salvação se Cristo não tivesse sido designado para morrer em favor dos pecados deles. Portanto, nesse sentido, eles são eleitos em Cristo. Mas são eles que são escolhidos do mundo para estarem em Cristo. Igualmente, a fraseologia do versículo 5 sugere a eleição de pessoas para estarem em Cristo e não somente a eleição de Cristo. Literalmente, o versículo diz: “Havendo nos predestinado para a filiação por meio de Jesus Cristo”. Nós somos os predestinados e não Cristo. Ele é aquele que torna possível a eleição, a predestinação e a adoção de pecadores. Por isso, a nossa eleição é “por meio de Jesus Cristo”, mas o versículo não diz que na eleição Deus tinha em vista apenas Cristo. Os cristãos vêm à fé, são unidos a Cristo e cobertos por seu sangue porque foram escolhidos antes da fundação do mundo para este destino de santidade.

TALVEZ O TEXTO MAIS IMPORTANTE

Romanos 8:28 – 33 talvez seja o texto mais importante de todos em relação ao ensino da eleição incondicional.

Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou. Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu

próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica.

Esta passagem é usada frequentemente para argumentar contra a eleição incondicional, com base no versículo 29, que diz: “Aos que de antemão conheceu, também os predestinou”. Por isso, alguns dizem que pessoas não são eleitas incondicionalmente. São eleitas com base no conhecimento antecipado de sua fé, que elas produzem sem a ajuda da graça irresistível e que Deus viu de antemão. No entanto, isto não se harmoniza com a maneira como Paulo desenvolveu seu argumento. Oberve que Romanos 8:30 diz: “E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou”. Focalize por um momento o fato de que todos os que Deus chama ele também justifica.

Este chamar, no versículo 30, não é feito para todas as pessoas. A razão, conforme sabemos, é que todos os que são chamados são também justificados. Há uma conexão infalível entre chamados e justificados. “Aos que chamou, a esses também justificou”. Mas todas as pessoas não são justificadas. Por isso, este chamar, no versículo 30, não é o chamado geral ao arrependimento que os pregadores fazem ou que Deus outorga por meio da glória da natureza. Todos recebem esse chamado. O chamar do versículo 30 é feito somente àqueles que Deus predestinou para serem conformados à imagem de seu Filho (v.29). É um chamar que leva necessariamente à justificação: “Aos que chamou, a esses também justificou”. Sabemos que a justificação acontece somente por meio da fé. “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei” (Romanos 3:28; cf. 5:1). O que é, então, este chamado feito a todos os que são predestinados e que leva à justificação? Vimos isto antes, no capítulo 4, quando discutimos a graça irresistível. É o chamado de 1 Coríntios 1:23, 24 “Pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios; mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus”. Em outras palavras, o chamado não é a pregação, visto que é feita para todos os judeus e gentios. Pelo contrário, o chamado acontece por meio da pregação, no coração de alguns ouvintes. Ele os desperta dentre os mortos e muda sua percepção da cruz, para que o aceitem como a sabedoria e o poder de Deus. Em outras palavras, o chamado de Romanos 8:30 é a graça irresistível, criadora da fé.

Agora considere de novo o fluxo do pensamento de Paulo em Romanos 8:30 “E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou”. Entre o ato de predestinação e o de justificação, há o ato de chamar. Visto que a justificação é somente pela fé, o chamar em vista tem de ser o ato de Deus pelo qual ele gera a fé. E, visto que sempre resulta em justificação (todos os chamados são justificados), esse ato tem de ser soberano. Ou seja, ele vence a resistência que se coloca no caminho. Portanto, o chamar do versículo 30 é a obra soberana de Deus que traz uma pessoa à fé, pela qual ela é justificada.

Agora, observe a implicação disto no significado de conhecer de antemão, no versículo 29. Quando Paulo disse: “Aos que de antemão conheceu, também os predestinou” (v.29), suas palavras não podem significar (como muitos tentam fazê-las significar) que Deus conheceu de antemão aqueles que usariam seu livre-arbítrio para virem à fé, para que ele os predestinasse para a filiação, porque fizeram por si mesmos essa livre escolha. Esse não é o significado da afirmação de Paulo, porque acabamos de ver, com base no versículo 30, que a causa decisiva da fé nos justificados não é a vontade humana caída e sim o soberano chamado de Deus.

Deus não conheceu de antemão aqueles que vêm à fé, sem a sua obra de criar a fé, porque tais pessoas não existem. Todo aquele que crê foi “chamado” à fé pela graça soberana de Deus. Quando Deus olhou desde a eternidade para o futuro e viu a fé dos eleitos, ele viu a sua própria obra. E escolheu fazer incondicionalmente essa obra por pecadores mortos, cegos e rebeldes. Pois não éramos capazes de satisfazer a condição de fé. Somos espiritualmente mortos e cegos. Portanto, o conhecer de antemão mencionado em Romanos 8:29 não é o mero conhecimento de algo que acontecerá no futuro, sem a predeterminação de Deus. Antes, é o tipo de conhecimento referido em textos do Antigo Testamento como Gênesis 18:19 (“Porque eu o (Abraão) escolhi (literalmente, conheci) para que ordene a seus filhos (…) a fim de que guardem o caminho do SENHOR”), Jeremias 1:5 (“Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei, e te constituí profeta às nações”) e Amós 3:2 (“De todas as famílias da terra, somente a vós outros – Israel – vos escolhi – conheci”). Em um sentido, Deus conhece todas as famílias da terra. Mas o significado aqui é: somente vós, ó Israel, eu escolhi para mim mesmo.

Como disse C. E. B. Cranfield, o conhecer de antemão em Romanos 8:29 é “a graça eletiva de Deus tomando conhecimento especial de uma pessoa”. Esse conhecer de antemão é quase o mesmo que eleição: “Porquanto aos que de antemão conheceu (isto é, escolheu), também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho”.

Logo, o que este magnificente texto (Romanos 8:28 – 33) ensina é que Deus realiza a redenção completa de seu povo, desde o começo até ao fim. Ele conhece de antemão (ou seja, elege) um povo para si mesmo, antes da fundação do mundo, predestina este povo para ser conformado à imagem de seu Filho, os chama para si mesmo pela fé, os justifica somente pela fé e, finalmente, os glorifica. E nada pode separá-los do amor de Deus em Cristo, para sempre e sempre (Romanos 8:39). A ele seja todo o louvor e a glória!

Se você é um crente em Cristo, é amado por Deus desde toda a eternidade. Ele colocou seu favor sobre você antes da criação do mundo. Ele o escolheu quando o viu em sua condição desesperadora. Ele o escolheu incondicionalmente para si mesmo. Não podemos nos vangloriar de nossa eleição. Isso seria uma profunda incompreensão do significado de incondicionalidade. Quando não tínhamos nada, de maneira alguma, a nos recomendar para com Deus, ele colocou espontaneamente o seu favor sobre nós.

Aconteceu conosco o mesmo que aconteceu na eleição de Israel: “Não vos teve o SENHOR afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava” (Deuteronômio 7:7, 8). Leia com atenção: ele o ama porque o ama.

Ele resolveu fazer isso na eternidade. E, porque o seu amor por você nunca teve um começo, não pode ter fim. O que estamos estudando neste livro é apenas a maneira como Deus realiza este amor eterno na história, para salvar o seu povo próprio e trazer-nos ao gozo eterno dele mesmo. Que Deus o conduza à experiência cada vez mais profunda desta graça soberana e maravilhosa!

Paz e graça.

Capa: Marcos Frade.

(1) Romanos 9 é tão fundamental à doutrina da eleição incondicional que dediquei um livro inteiro aos versículos 1-23: John Piper, The Justification of God: Na Exegetical and Theological Study of Romans 9:1 – 23 (Grand Rapids: Baker Academic, 1993).

(2) Mais argumentos em favor deste entendimento de Romanos 9 são dados em John Piper, The Justification of God: An Exegetical and Theological Study of Romans 9:1 – 23, p. 38 – 54.

Extraído do Livro: Cinco Pontos; Capítulo Cinco; 2014 Editora Fiel.

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Plinio Sousa

Plínio Sousa é fundador do Instituto Reformado Santo Evangelho — IRSE, é Pastor Reformado, Bacharel em Teologia e Mestre em Teologia do N.T. Especializado em Interpretação Bíblica e em Teologia Sistemática; Professor de Grego; Métodos de Estudo Bíblico; EBD — Escola Bíblica Dominical; Teologia do Novo Testamento, Psicologia; Sociologia e Filosofia da Educação, atua como Diretor Acadêmico e Professor do IRSE. É Psicólogo Cristão; Juiz de Paz Eclesiástico; (Autoridade Eclesiástica e Ministro de Confissão Religiosa, Conforme Decreto Lei 3.689/41, artigo 295 VIII §ª 4º); Capelão Cristão; Missionário; Palestrante e Escritor.

Apologista, autor de diversos artigos teológicos, de 04 (quatro) livros, atua como conteudista do Instituto Êxito de Teologia (SP), da WRF — World Reformed Fellowship (Comunidade Mundial Reformada) onde também é membro e do Santo Evangelho (Blogue do IRSE); também atua como co-editor do site Reformados 21. É membro da TDI — Sociedade Brasileira do Design Inteligente sob nº de registro 1057.

Adepto e muito abrangente com a defesa da Teologia Reformada e a herança Puritana. Acredita na inspiração verbal e plenária, na revelação proposicional, infalibilidade, inerrância, clareza e suficiência das Sagradas Escrituras. É Supralapsarianista, Calvinista, Aliancista [Teologia Pactual], Pedobatista, Amilenista, e Cessacionista –, rejeita a crença no livre–arbítrio, no apostolado contemporâneo e nos dons revelacionais. Quanto à liturgia, adota o Princípio Regulador do Culto –, como entenderam os Reformadores.
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