A IDENTIDADE DE JESUS É REVELADA

Por Pr. Plínio Sousa.

Certa vez perguntaram-me acerca de quem é Jesus, respondi:

Jesus Cristo, é a Palavra falada (o logos), é o caminho, não mais um caminho, o único caminho, é a verdade que encontra o homem, é a liberdade, a vida e a luz. É a verdadeira e apropriadamente manifestação de Deus, é Deus encarnado, é Deus no mais alto sentido da palavra, como parece dos nomes pelos quais Ele é chamado, Onipotente, como Jeová, Deus nosso, vosso, deles, e meu Deus, Deus conosco, o Deus poderoso, Rei, Senhor, Salvador, Redentor, conhecido entre o Seu povo como o Príncipe da Paz, e por Seus inimigos, o Senhor dos Exércitos e vingador, Deus sobre tudo, o Grande Deus, o Deus vivente, o Deus invisível, mas real, o verdadeiro Deus, não somente a vida eterna, mas a fonte, intercessor, mediador e demonstrador da graça, é a exteriorização da Trindade e Divindade, como Independente, Eterna, Imutável, Onipresente, Onisciente e Onipotente, e de suas obras toda a criação e providência, e seus milagres, a expressão do amor de Deus Pai e de seus perfeitos atributos, a obra de redenção, Ele é a redenção, é o homem perfeito, o único homem perfeito, é o perdão dos pecados, é o Sacrifício, é o Cordeiro de Deus Pai, é o amado e obediente Filho de Deus Pai, é o Cristo, o Messias, o ungido, é o Filho amado que se fez maldito, para que os malditos fossem amados, é o servo sofredor, o castigo que nos traz a Paz estava sobre Ele, é a ressurreição de Si mesmo e de outros da morte, é o homem vitorioso, é a administração do último julgamento, é justiça e o juízo, é a santa ira, é Deus sendo adorado, o Deus Santo. É a Santa Ceia. Orações a Ele, fé nEle, e a realização do batismo em nome dEle, pois, é Senhor, e Salvador de todo aquele que crer. “Por que dEle, e por Ele, e para Ele são todas as coisas, glória, pois, a Ele eternamente. Amém”.

“Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade, e, por estarem nEle, que é o Cabeça de todo poder e autoridade, vocês receberam a plenitude” – Colossenses 2:9, 10 (cf. João 1:1).

Nesse artigo veremos a identidade de Jesus à luz do Evangelho de Lucas e dos outros, mas precisamente o capítulo nove.

(1) Os discípulos descobrem a identidade e o destino de Jesus (9:18 – 22).

Jesus pergunta aos Seus discípulos, “Quem as multidões dizem que eu sou?” (v.18). Essa pergunta traz à mente uma série de rumores que estavam circulando sobre a identidade de Jesus:

Ele é um grande profeta (7:16).

Ele é aquele que haveria de vir (7:19).

Ele é um comilão e beberrão, amigo de publicano e pecadores (7:34).

Esse homem não pode ser um profeta, pode? (7:39).

Quem é este que até perdoa pecados? (7:49).

Jesus é o Filho do Deus Altíssimo (8:28).

E, quem, pois, é este quem ouço essas coisas? (9:9).

A narrativa preparou os leitores para a resolução da pergunta da identidade de Jesus.

(18 – 20) Jesus desafia os discípulos a oferecerem suas próprias opiniões sobre a Sua identidade. Isso faz parte do desenvolvimento narrativo deles enquanto seguidores. Ou seja, eles precisavam responder a essa pergunta “corretamente” a fim de que o significado da identidade de Jesus se aprofunda na história. Como notamos no início do capítulo, um processo de uma era vindoura para os discípulos está em ação aqui.

A pergunta de Jesus vem em dois estágios. O primeiro é mais impessoal: “Quem as multidões dizem que eu sou?” (v.18).

De acordo com Mateus e Marcos (sinóticos), Jesus estava na região de Cesaréia de Filipe. Nesse lugar remoto o Senhor encontrou a solidão silenciosa que havia buscado em vão até então. Não se dirigiu à cidade, mas, como diz Mateus, “às adjacências”, mais precisamente, conforme Marcos, às “aldeias em redor”. Aqui Jesus poderia dialogar intimamente com os apóstolos. Lucas enfatiza, como em outras vezes, a oração (cf. Lucas 6:12). Assim como naquela ocasião Jesus passou a noite em oração diante de Deus antes de escolher os doze apóstolos, assim também agora ora nessa importante guinada de sua vida na terra, a fim de revelar-se aos discípulos como o Messias enviado por Deus. Os doze tinham de ser preparados para sua iminente paixão em Jerusalém. A assustadora perspectiva da morte iminente que Ele, aos trinta e dois anos, precisava comunicar aos discípulos representou para Ele um primeiro ensejo de falar com Seu Pai celestial em reclusão.

A expressão “apenas os discípulos estavam com Ele” é indício de que os discípulos participavam dessa oração de Jesus. Esse fato anuncia um momento significativo. Isto é expresso pela circunstância de que Ele não falava com todos (cf. Lucas 9:23), mas somente com os discípulos.

Inicialmente Jesus leva os discípulos a relatar as diversas opiniões que corriam entre o povo acerca de sua pessoa, palavras que haviam captado durante sua trajetória de pregação. Os apóstolos relatam que o povo o considera João Batista, Elias, um dos antigos profetas (cf. Lucas 9:8), até mesmo Jeremias (cf. Mateus 16:14), ou também precursor do Messias. As pessoas acreditavam que podiam depreender de Miquéias 4:5 que “no fim dos dias” surgiriam novamente diversos profetas que seriam precursores do Messias, não o próprio Messias. A opinião pública sobre Jesus não era um reconhecimento do Senhor, mas uma percepção equivocada. Perguntando a respeito da opinião que circulava no povo, Jesus pretendia preparar os doze para sua própria convicção acerca da pessoa dEle. Em seguida Ele pretende usar essa base para comunicar-lhes quem Ele é e como Ele cumpriria sua incumbência de Messias. (cf. NOTA).

NOTA: “Estando Ele orando em particular. Lucas observa que Jesus orava em todas as grandes crises de sua vida (3:21; 5:16; 6:12; 11:1; 22:44). E a pergunta trás a ênfase da vida cristã: Quem dizem as multidões que sou eu? O Senhor muda o foco da atenção dos discípulos dos seus feitos e ensinamentos para a sua própria pessoa”.

Este é um dos momentos cruciais em toda a vida de Jesus. Fez esta pergunta quando já havia manifesto no semblante o firme propósito de ir a Jerusalém (Lucas 9:51). Sabia bem o que o esperava ali, e a resposta a esta pergunta era de suma importância. O que Jesus sabia era que Ele ia morrer na cruz. O que queria saber antes de ir era: “Havia alguém que sabia quem era ele?” Toda a diferença dependeria da resposta. Se não obtivesse resposta, e se encontrasse com uma opaca falta de compreensão, significaria que todo seu trabalho não tinha valor nenhum. Se havia uma resposta positiva, por mais incompleta que fosse, significava que tinha acendido nos corações uma tocha que o tempo jamais poderia apagar.

As multidões têm sido um importante personagem apoiador na história até esse ponto. Mas o entendimento delas acerca de Jesus é falho e obscuro. Elas pensam que Ele pode ser João Batista ou Elias ou um dos profetas do passado que ressuscitou (v.19).

A segunda pergunta é mais direta. Jesus desafia os Seus seguidores: “E vocês, o que dizem?”, perguntou. “Quem vocês dizem que eu sou?” (v.20). Pedro, como o principal porta-voz, oferece a afirmação de que Jesus é “O Cristo de Deus” (v.20 “O Messias de Deus”). Agora, pela primeira vez, a afirmação da identidade messiânica é feita por um de Seus seguidores.

Depois que Jesus ouviu o eco da opinião do povo, Ele ouve da boca de Pedro, que fala em nome de todos os discípulos, o vigoroso testemunho de sua fé pessoal, viva e autônoma, de que eles o consideram “o Cristo de Deus”. Essa confissão de Pedro é transmitida de diversas maneiras pelos evangelhos sinóticos: Mateus escreve “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (16:16) – Marcos: “Tu és o Cristo” (8:29) – segundo Lucas, Jesus é “o Cristo de Deus” (9:20). Em João a confissão é: “Tu és o Santo de Deus” (6:69). Essas memoráveis palavras de Pedro são o centro e foco absolutos da confissão de fé.

Essa confissão de Pedro fundou, nos primórdios, a igreja do Novo Testamento. O Senhor Jesus percebeu a beatitude do momento, quando viu que havia criado raízes na humanidade e conquistado uma comunidade que continuaria sendo dEle, apesar de todos os poderes do inferno. Diferentemente de muitas situações serem narradas somente entre os sinóticos, essa confissão de fé é aparece em todos os evangelhos “o Cristo de Deus!”.

 A afirmação da fé de Pedro que Jesus era o Messias prometido no Antigo Testamento não se baseava em pretensões políticas da parte do Mestre, nem sobre qualquer reivindicação extravagante. O poder e a autoridade de Jesus eram autoautenticativas.

A narrativa, agora, claramente passa para uma conscientização pós-confissão da identidade de Jesus (cf. 1:32, 33). Daqui em diante, a experiência dos leitores concernente à história será moldada pela proclamação de Pedro (como também em Marcos 8:29; Mateus 16:16). É como se o véu fosse retirado brevemente e o mistério revelado.

Como leitores somos transformados pela revelação e repentinamente lembrados das afirmações do início do Evangelho sobre a identidade de Jesus como o Cristo (2:11 – “Salvador” (…) “Cristo, o Senhor”; 2:26 – “o Cristo o Senhor”; 4:41 – “Filho de Deus”). A partir dessas indicações primárias, o assunto da identidade de Jesus como Messias tem sido uma questão de rumores, proclamada por demônios, mas não implicitamente declarada.

(21 – 22) Jesus advertiu severamente os Doze para que não dissessem nada sobre a revelação de Sua identidade como o Cristo. E por quê? Diferentes soluções têm sido propostas para explicar esse pedido de silêncio, a partir da perspectiva histórica. Vejamos:

“Talvez Jesus não deseje criar uma expectativa de um Messias político. Talvez Ele hesite seguir em frente em direção à proclamação com temor da falta de compreensão quanto à natureza de Sua função como o Messias sofredor” – Bock, 1994, p.846.

 “A grave proibição do Senhor, de não divulgar o testemunho de fé dado por Pedro de que Jesus é o Cristo de Deus, vale apenas por um tempo limitado. Somente depois que o Senhor foi pregado à cruz a proclamação apostólica foi capaz de associar o título Cristo – o Ungido – o Messias ao nome de Jesus. Por isso, diz Riggenbach (na obra Leben Jesu, p.318), Jesus viu-se forçado a simultaneamente revelar-se e ocultar-se, acender o fogo e abafá-lo. Uma coisa, porém, é preciosa e maravilhosa. Desde aquela hora existia uma pequena congregação em que a fé em Jesus como o Cristo constituía o centro da comunhão” – Fritz Rienecker.

“O Senhor não queria ser anunciado como o líder de um movimento revolucionário. A obra da cruz tinha de preceder qualquer libertação política da nação” – Moody.

Do ponto de vista da narrativa o leitor é atraído a aceitar o pronunciamento.

Os leitores esclarecidos compartilham algo que somente o narrador e os personagens centrais entendem, e isso fecha um pouco mais o abismo da empatia. Nós sabemos o segredo que o público não sabe.

A história da transfiguração tem uma convergência de três temas, e faz paralelo a esse texto, mas a frente esses temas são expostos na ocasião da transfiguração: (1) A revelação progressiva da identidade de Jesus. (2) Jerusalém como o objetivo da narrativa da viagem. E (3) O sofrimento, a morte e ressurreição de Jesus. Isso age como força persuasiva sobre os leitores, compelindo-os a aceitar a declaração da identidade de Jesus. Além do mais, os leitores que já estão bem familiarizados com a história de Cristo encontram reforço no entendimento do “segredo” da identidade e da ressurreição de Jesus.

A confissão de Pedro abre caminho para Jesus falar sobre o futuro e a predição de Sua morte: “É necessário que o Filho do homem sofra muitas coisas e seja rejeitado pelos líderes religiosos, pelos chefes dos sacerdotes e pelos mestres da lei, seja morto e ressuscite no terceiro dia”.

“É necessário que o Filho do homem sofra… e no terceiro dia ressuscite”. É necessário (do grego Dei – Δεῖ) indica uma necessidade lógica. Cristo estava obrigado a cumprir o propósito de Deus revelado nas Escrituras. Este conceito aparece nas pregações da igreja primitiva (Atos 2:23, 24; 13:17 – 34; 17:3; 26:22, 23). A morte de Jesus foi uma tragédia, mas não foi um acidente; pois Ele estava cumprindo o propósito de Deus na redenção.

Essa extraordinária revelação é a primeira de quatro indicações da morte de Jesus no capítulo 9 (v.22, 31, 44, 45, 51 – cf. 2:34, 35; 5:35 para indicações prefiguravas de Sua morte). Em cada passagem adicional, os detalhes são revelados. O cenário composto inclui:

(1) Sofrimento (v.22a).

(2) Rejeição pelos líderes religiosos (v.22a).

(3) Ser morto (v.22b).

(4) Ressuscitar no terceiro dia (v.22b).

(5) Ser morto em Jerusalém, esse é agora o destino deles (v.31, 51).

(6) Ser “entregue nas mãos dos homens” (v.44)m e isso acontecerá em breve (v.51).

Posteriormente em Lucas, a marcha da morte irá incluir Jesus sendo entregue aos gentios, açoites, zombaria e insultos (18:31 – 34; 17:25).

Por que é necessário que o Filho do homem sofra muitas coisas (v.22)?

 Assim como a Sua verdadeira identidade agora foi revelada, a ideia de um Messias sofredor também entra na história pela primeira vez. Aliás, o Evangelho de Lucas não explica por que Jesus precisa sofrer. Lucas não indica, como Marcos, que isso é “dar a vida em resgate de muitos” (Marcos 10:45). Seu sofrimento foi predito pelos profetas (Lucas 18:31; 22:37: 24:27). Satanás foi cúmplice (22:3).

Sua paixão é a vontade de Deus (Lucas 22:22, 42). Mas, finalmente, o sofrimento e a morte de Jesus é simplesmente um fato para Lucas: “Não devia o Cristo sofrer estas coisas, para entrar na glória?” (Lucas 24:26).

Olhando adiante para os segundo volume de Lucas, em Atos dos apóstolos, a ideia da morte de Jesus está ligada ao perdão (Atos 2:36 – 38; 5:30, 31; 10:39 – 43). Ao todo, Atos enfatiza a ressurreição de Cristo como o centro teológico do evangelho (Atos 4:10; 5:30; 10:39, 40), e não a Sua crucificação. Os teólogos cristãos, de Paulo em diante lutaram com a questão do por que o Messias tinha de sofrer. Mas, essa não é uma pergunta que Lucas faz diretamente.

Talvez a chave para essa resposta interpretativa se encontre no (v.23) “Se alguém quer vir após mim… Negue-se… Dia a dia tome a sua cruz… E siga-me”. Os discípulos seguiram o Mestre quando Ele os chamou da primeira vez (5:11), mas naquela ocasião eles não tinham idéia que a sua carreira terminaria com a cruz. Eles ainda pensavam em termos de conquista e poder (22:24). Este apelo foi uma advertência solene para a reavaliação do preço do discipulado. Ele (Jesus) finaliza: “Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a vida por minha causa, este a salvará” – Lucas 9:24. O “pois” no (v.24) refere-se a todo o (v.23). Quando a pessoa fizer o que o (v.23) demanda, não se dirigirá à perdição, mas alcançará a salvação.

O destino intencional de Jesus para Jerusalém foi revelado indiretamente aos discípulos no (v.22). O mesmo torna-se direto no (v.31). A jornada agora irá dominar a narrativa até o encerramento do capítulo 19. O tema da jornada reaparece em (9:53; 13:22, 33 – 35; 17:11; 18:31 – 34; 19:11, 28 e 41 – 44). Outras referências complementares sobre Jerusalém são encontradas em (10:30 e 13:4).

Assim como o contexto da narrativa foi mudado pela confissão da identidade messiânica de Jesus, a mesma agora foi mudada por Sua predição de Seu sofrimento e morte, que devem acontecer em Jerusalém. Uma grandiosa luz agora ilumina a história por causa da revelação da revelação da identidade de Jesus. Mas uma sinistra sombra alternativa também é lançada pela revelação de Seu futuro sofrimento.

CONCLUSÃO

Jesus começou perguntando o que diziam os homens a respeito dEle e depois, de repente, lançou-lhes a pergunta: “E vós, quem dizeis que sou?” Nunca é suficiente saber o que os outros dizem a respeito de Jesus. O povo poderia passar num exame a respeito do que foi dito e pensado a respeito de Jesus, poderia ler todos os livros sobre Cristologia que escritos em todos os idiomas da Terra, e não ser cristão. Jesus deve ser sempre nossa descoberta pessoal. Nossa religião não pode ser contada como um conto. Jesus pergunta a todos os homens, não: “Pode me dizer o que outros disseram e escreveram a respeito de mim?”, e sim: “Quem você pensa que sou eu?” Paulo não disse: “Eu sei o que tenho crido”, e sim “Sei em quem tenho crido” (2 Timóteo 1:12). O cristianismo não é recitar um credo, é conhecer uma pessoa.

A pergunta de Jesus Cristo: E você? Quem você diz que eu sou?

 Paz e graça.

Capa: Marcos Frade.
Citações: Comentário Bíblico do Evangelho de Lucas – Moody; William Barclay; David A. Neale; Fritz Rienecker.

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Plinio Sousa

Plínio Sousa é fundador do Instituto Reformado Santo Evangelho — IRSE, é Pastor Reformado, Bacharel em Teologia e Mestre em Teologia do N.T. Especializado em Interpretação Bíblica e em Teologia Sistemática; Professor de Grego; Métodos de Estudo Bíblico; EBD — Escola Bíblica Dominical; Teologia do Novo Testamento, Psicologia; Sociologia e Filosofia da Educação, atua como Diretor Acadêmico e Professor do IRSE. É Psicólogo Cristão; Juiz de Paz Eclesiástico; (Autoridade Eclesiástica e Ministro de Confissão Religiosa, Conforme Decreto Lei 3.689/41, artigo 295 VIII §ª 4º); Capelão Cristão; Missionário; Palestrante e Escritor.

Apologista, autor de diversos artigos teológicos, de 04 (quatro) livros, atua como conteudista do Instituto Êxito de Teologia (SP), da WRF — World Reformed Fellowship (Comunidade Mundial Reformada) onde também é membro e do Santo Evangelho (Blogue do IRSE); também atua como co-editor do site Reformados 21. É membro da TDI — Sociedade Brasileira do Design Inteligente sob nº de registro 1057.

Adepto e muito abrangente com a defesa da Teologia Reformada e a herança Puritana. Acredita na inspiração verbal e plenária, na revelação proposicional, infalibilidade, inerrância, clareza e suficiência das Sagradas Escrituras. É Supralapsarianista, Calvinista, Aliancista [Teologia Pactual], Pedobatista, Amilenista, e Cessacionista –, rejeita a crença no livre–arbítrio, no apostolado contemporâneo e nos dons revelacionais. Quanto à liturgia, adota o Princípio Regulador do Culto –, como entenderam os Reformadores.
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